domingo, 9 de outubro de 2011

Espalhando o amor

Ainda no mundo da ficção, vou partilhar convosco uma reflexão antiga.
Estou certa que se recordarão de um filme em que Robert Redford oferece à Demi Moore um milhão de dólares para ter uma noite com ela. De sexo, sejamos claros. São inúmeras as dúvidas da personagem interpretada por Demi Moore perante tal convite. As reticências resumidamente relacionam-se com o conhecimento que o marido tem da proposta, com o facto do acto constituir uma traição, e, de ser literalmente uma transação comercial. O proponente tem um ar lavadinho, tem um iate e um charme que é capaz de encantar uma mulher em estado de coma. E ainda assim, primeiro que ela aceite...
O após é que é pior. A culpa, o ciúme do marido, o prazer... mais do que um milhão de dólares, o casal na trama arranja um milhão de problemas...
E isto... toda esta problemática, nunca saiu da minha cabeça. Já alimentou conversas em jantares e saídas, já provocou discussões entre amigos e casais e eu continuo a defender a minha. Mais do que receber, eu pagava!! Mas não era qualquer um! Eu tenho princípios!!!

Vejamos:

Até me custa ordená-los assim, tadinhos dos bichinhos.
Como diz um grande amigo meu... "Tenho um coração muito grande! E muito amor para dar...".

Brincadeirinha! :)

Outras vidas

Eu sou uma rapariga de séries, definitivamente. Toda a minha vida, o meu quotidiano foi fantasiado com a vida de outras pessoas. (Dito assim, soa um pouco deprimente...) O Verão Azul, os Jovens Cowboys, sem esquecer o Who's de Boss, Alf, Cheers e os míticos Friends. E a Balada de Hillstreet? Dear John... Foram tantas as séries que me marcaram.
No mês de Outubro, quente ou frio, tudo recomeça. A temporada que se inicia representa novas histórias, novas caras, novos enrolanços. Mas a magia é a mesma. Conseguem fazer-me rir, chorar e, acima de tudo, distraem-me. No fundo, a lógica é a mesma do cinema que, claro está, também adoro. Mas numa versão condensada.
As novelas brasileiras também tiveram o seu cantinho no meu coração, mas há muitos anos que deixei esse vício. A diferença é que a série, ao contrário do conceito associado à telenovela, não nos arrasta com histórias intermináveis e com intervalos de 20 minutos cada. Nas séries, em cada episódio, há um início e um fim. E tudo em menos de 40 minutos. É tipo mala do SportBilly. Cabe lá tudo.

Gosto especialmente, de "guardar" vários episódios e ver de enfiada, dois ou três.
Sábado, eram já duas da manhã, já só tinha um olho aberto e conseguir mamar (esta é a expressão adequada) um episódio de uma e três de outra...

A culpa é deste Outono quente. Leva-me para a rua e fico com episódios em atraso...

sábado, 8 de outubro de 2011

Vamos a interagir um pouco mais

Finda a semana, é dia de consultar as estatísticas deste menino. Fico sempre com um sorriso nos lábios!





Mas intrigada com o público... Esta semana tive 126 visualizações dos EUA...Tudo bem, tenho por lá uns amigos... até consigo perceber. Só não compreendo o número de visitas oriundas da Rússia. Quem sóis?? E cadê o meu público de Moçambique, Brasil, Angola, Itália e Irlanda. Esta semana não me visitaram!!!


Agora que ando aqui pela blogosfera, percebo a pequenez das minhas quase 5000 visualizações. Ainda assim, cada visita, cada comentário, cada cruz que colocam... faz-me sorrir. E faz-me perceber que escrevo para alguém. Mesmo não sabendo quem está do outro lado.
Aos meus queridos seguidores, um grande bem haja! (sempre quis dizer isto!)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Gosto de dar confiança às pessoas

Pois que o homem crescido cá de casa prepara-se para se inscrever numa maratona.
Para quem não sabe, são 42 km. Repito: 42 km.
Acham muito mal eu aumentar o prémio do seguro de vida?


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Uma pessoa tem a mania que é jovem e depois...

Hoje, pouco passava das 8h00 da manhã, quando ouvi na rádio:
"Hoje é 5ª feira. De certeza que vão sair à noite, por isso...".
Uma urticária começou como que a surgir em mim, ao mesmo tempo que projectei na voz irritante, a imagem de uma menina de 22 aninhos que, ao mesmo tempo que fala, saltita na sua cadeirita com uma energia que me fez desejar um espancamento com um garfo.
Mas quem é que sai 5ª feira à noite? Ou noutro dia qualquer da semana? Ou mesmo durante o fim-de-semana?
Com sorte, na minha idade, já avançada (face à locutora), saio para pôr o lixo no caixote, levo um filho às urgências ou, na melhor das hipóteses, vou fazer uma corridinha que não pode ultrapassar 1 hora de ausência do lar.
Na hora que seria suposto sair já a minha baba escorre lentamente na almofada.

Bom, se calhar vou sintonizar noutra estação. Com a minha idade, já não me posso irritar que ainda me sobe a tensão.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Foga-se

O meu filho está a lançar beyblades desde as 9 da manhã ao mesmo tempo que diz com entusiasmo: "foga-se!".
Tenho estado a fingir que não ouço mas parece-me que tenho de dizer alguma coisa.

Conhecimento

Já não posso com conferências, seminários, congressos e afins. Tenho dito.
Em busca de conhecimento e certificados (sejamos sinceros), nos últimos anos tenho ido a muitos destes encontros. Com ou sem almoço, com ou sem pastinha, só a conversa de circunstância deixa-me de nervos em franja.
P: "Então vem de onde?".
R: "Do meu carro!".
Os monólogos, a transmissão ispsis verbis do que está escrito em powerpoints manhosos, as canetinhas, fitinhas, folhetinhos... compensam muito pouco se considerarmos aquilo que se aprende de novo.
Vá lá, de vez enquando aparece um comunicador nato que é capaz de prender a nossa atenção, mesmo falando de plataformas petrolíferas. Mas é tão raro...
Ontem, fui a um destes debates. Tinha mesmo de ir. Amei uma oradora que se levantou da sua cadeira e dirigindo-se a uma audiência envelhecida, com um amor e com uma familiariedade pouco habitual, disse:
"Espero que nunca digam «Eu sofro do pecado da tristeza e da dor e de não ser capaz de me deixar amar»". 
Só essa frase valeu a pena.
Isto é conhecimento.

domingo, 2 de outubro de 2011

Nem lápis, nem afia, nem nada

Eu sei, tenho a certeza mesmo, que há pessoas que não têm grande consideração por mim.
Não é coisa que me preocupe muito. Na verdade, até que têm razões para isso. Hoje, eu  a minha amiga, para além das nossas crias mais velhas, levámos a minha sobrinha à catequese.  Por ser o primeiro dia do 2º ano, era suposto os pais ficarem uns minutos em sala... a minha amiga (canito) mandava sms...já olhavam para nós de lado...  A nossa indumentária desportiva anunciava, por si só, que também não era este ano que nos apanhariam na missa (tal como é recomendável). Para compensar, eu tentava simular um ar cândido e absolutamente respeitável.
Mas já estava tudo estragado. E piorou.
A primeira tarefa das três petizes era escrever num papelinho recortado em forma de coração, o nome das respectivas famílias. Para proteger... E eis que a minha sobrinha abre o único objecto enviado pela sua mãezinha: um estojo!
E a visão era esta:

Não aguentei. Comecei num riso descontrolado. As lágrimas escorriam-me pela cara. O contágio foi imediato. Eramos agora duas a rir descontroladamente na Casa do Senhor. A minha sobrinha, entretanto, abre o outro lado do estojo. Um lápis sem bico. E afia nem vê-lo. Fechou o estojo e encolheu os ombros. Ninguém reparou e nós dobrámos ainda mais as gargalhadas. Quando já limpava as lágrimas nas calças (sim, eu escondia a cara nas pernas numa tentativa frustada de abafar o som), a minha amiga tomou a atitude acertada. Foi dar uma explicação às catequistas. Mas o mal já estava feito...
Talvez no 3º ano a coisa melhore...

De vez enquando

Já vos disse que me canso muito (mais ou menos...) durante o fim-de-semana ?
É sempre uma roda viva. Ontem tive 12 pessoas a jantar cá em casa. As crianças pingavam e os pais reunidos na escuridão e frescura da varanda botavam faladura. E isto foi à noite...durante o dia foi um rol de actividades...
Hoje, novo dia, novos afazeres. Crianças na catequese e mães numa corrida que se afigurou louca, considerando a temperatura que se fazia sentir.
Mas, quando precisamos de parar, as crianças ressentem-se. "O que vamos fazer agora?", "Onde vamos?", "Quem é que vem cá a casa?", "Vamos a casa de quem?"... são as frases mais ouvidas neste lar. É díficil explicar-lhes que, de vez enquando, temos de parar. De vez enquando. Temos de nos sentar no sofá - só nós - conversar, ler, ver televisão, arrumar gavetas... coisas normais! Não entendem. Fins-de-semana de Verão (!!) têm sido, desde sempre, sinónimo de agitação. (E, ainda bem...)
A tarde de hoje estava reservada, precisamente, para rotinas familiares absolutamente necessárias. O estudo era uma delas...mas até mim me custava estar sentada numa secretária, quando o sol e o calor se faziam sentir alí tão perto.
Assim, pegámos numa manta, bola e garrafa de água e rumámos ao jardim que, felizmente, temos nas traseiras da nossa casa. A minha filha carregava o material escolar, incrédula! A sessão de estudo processou-se assim, perante o olhar de espanto de quem alí passava. E correu muito bem. O ditado ainda assim teve muitos erros, mas aquela horinha soube muito bem. Sei que não contribuí nada para a ideia que tentei passar minutos antes dessa decisão. "Não temos de andar sempre a fazer alguma coisa diferente!!!".
O mais díficil na educação, na minha opinião, é assegurar coerência na nossa conduta e linguagem...
Mas, ainda assim, acho que não foi um erro crasso.

sábado, 1 de outubro de 2011

"Eu é mais bolos"

É verdade. Bolos é comigo...
E gelados e chocolates e salgados e afins.
Ok. Gosto basicamente de tudo. Mas, hoje, esqueci as calorias e as maleitas associadas ao consumo de açúcares e gordura pura e dura. Careca- Pastelaria do Restelo...não há melhor!

Andam uns pais a educar seus filhos para isto?

Enquadramento:
Duas crianças que vivem na mesma casa, com o mesmo pai e com a mesma mãe.

Problemática:
Quando na segunda-feira, no estabelecimento de ensino escolar, as educadoras questionam as crianças acerca do seu fim-de-semana, os outputs dos meus petizes são muito diferenciados.
A cria mais pequena, lindaaaa, faz um desenho que ilustra uma família sã e espectacular. Da folha A4 destaca-se a torre e o sino de uma igreja. Sim, o relato gráfico e verbal inclui uma ida à missa. Não sei se o meu filho entrou em pormenores e referiu que tal ida foi exclusivamente responsabilidade da avó, estando os pais ausentes. Mas ficou muito bem no quadro da salinha amarela que está visível logo à entrada da escola.
Já a menina...mais velha e sabida...fez todo um relato de uma vida social intensa onde se incluem jantares em casa de amigos, restaurantes, actividade desportiva intensa (felizmente não tem conhecimento das massagens desportivas com "final feliz") e festas, muitas festas?! Só consegui esboçar um sorriso amarelo quando me foi relatado por entidade educativa superior... Mas que festas?? É que dito assim, parece aquela notícia manchete de conhecido jornal diário, que envolve individualidades do JetSet, marcadas com tatuagens, que lhes permitem a entrada em ambientes prazeirosos...

Conclusão:
É que não fomos convidados!!!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vontades

Têm-me dito algumas vezes - com alguma frequência até - que tenho o meu quê de mimo... só o facto de não gostar de ouvir tal crítica demonstra à partida que tem o seu quê de fundamento.
Mas não sei se é exactamente mimo. Gosto de ver cumpridos os meus desejos, satisfeitas as minhas vontades. Quem não gosta?
A questão é: como é que reajo quando tal não é possível? Faço cara feia, fico triste, amuo?... Talvez... Mas não chateio!! Não faço barulho!! Não incomodo...pelo menos, muita gente...
Só fico mais caladinha, o que até que é positivo!
Mas desisto? Raramente...



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Apalpões e idas ao poste

Eu sei que isto não vai soar nada bem, mas... que saudades do tempo em que, nós as meninas, levavamos uns apalpões... no caso dos rapazes, que sofriam com umas idas ao poste... as belinhas...ou os roubos mesmo ali no bar sob o nariz das auxiliares... Não havia cá queixas, nem ajuntamentos de pais nos portões da escola.
Tendo estudado na antiga Escola Preparatória de Miraflores, mesmo ao lado da Pedreira dos Húngaros, muito fugi eu....muito corri e ameaçei quem me chateou... muito agarrei as minhas saias...o dinheiro que escondi nas meias...muito fiz pela vida! De chave de casa no bolso, percorria uns bons metros fracamente iluminados, sempre a olhar para trás. Era obrigada a isso. Não havia alternativas. Mas essa luta pela "sobrevivência", parece que nos fortalecia, bem ao género dos filmes americanos alusivos ao clima prisional.
Hoje em dia, as coisas são bem diferentes. Sob o rótulo desse fenómeno do bulliyng (que de repente emergiu!!), todos estas situações ganham uma dimensão de proporção, na minha modesta opinião, exagerada. Obviamente que sou contra actos de violência como aquele que assistimos neste Verão em que duas raparigas espancavam violentamente uma terceira no chão. Muito embora me irrite muito mais o facto de tal episódio ter sido exibido sucessivamente ao ponto de eu ter conseguido memorizar a marca das calças de cada uma e o ângulo de cada golpe perpertado.
Mas claro. Isto não se pode dizer! Não é politicamente correcto.

E este é mais um exemplo da minha luta.

Entre aquilo que quero efectivamente dizer ou fazer e aquilo que devo transmitir em termos de acções.
Porque sou educadora! 

Hoje, a minha cria mais velha, relatou-me, sob intenso choro, uma discussão/agressão acontecida em contexto escolar. Situação actualmente enquadrada ao abrigo do famoso bulliyng... Minha filha que, nas suas palavras, "levou um chapadão na cara que quase lhe arrancou os dentes" (juro que foi assim que foi relatado!), suplicava que eu telefonasse à mãe da agressora, informando-a do sucedido e exigindo um pedido de desculpas. Se calhar outra mãe- melhor mãe- teria-se indignado e exigido explicações. Mas eu não concordo. E não consigo ir contra os meus princípios, por mais tortuosos que eles sejam...

Questionei a minha filha acerca da sua reacção.
"Bateste-lhe?"
R: "Não. Não se bate nos amigos. É feio bater!"
"Contaste à professora?"
R: "Não. É feio fazer queixinhas."
"O que fizeste, então?"
R: "Chorei. E pensei para dentro (tão querida) e decidi que não brinco mais com ela, até ela me pedir desculpa!"
"É isso mesmo! Não brincas mais com ela, se não te pedir desculpa. Tens muitas amigas, brinca com quem é teu amigo. Mas se a menina te pedir desculpa de forma sincera tens de aceitar porque toda a gente erra!"

Conclusão: obviamente que não telefonei a ninguém. Nem à professora, nem à mãe da menina. Elas- as crianças-, têm de aprender a resolver os problemas, entre elas, sem interferências. Tenho a certeza que amanhã estará tudo esquecido.
E eu, aguentei-me e não disse o que no fundo me apetecia. "Então a miúda é tão pequenina e tu não te viraste a ela?!"
Mas, ainda disse, baixinho, baixinho... não precisas bater, nem fazer queixinhas...mas podes empurrar....defender-te...
Não há mal nenhum em dar a conhecer todas as possibilidades existentes perante um determinado cenário...também é educar, ou não?

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

As potencialidades do chumbo!

A minha filha está encantada com todo o conceito associado ao chumbo.
Não. Não, estou a referir-me às potencialidades do metal, mas à hipótese de não passar de ano. É triste mas é verdade. Tem, na sua sala, um menino que está, precisamente, a repetir a 2ª classe.

"Mamã. Já viste que ele já sabe tudo melhor do que nós? E como vai ouvir tudo outra vez, ainda vai ser melhor! E tem os amigos da outra turma e nós. E brinca com todos no recreio!!!"

Está encantada!!

Por breves segundos deixou-me sem palavras.
Breves...

domingo, 25 de setembro de 2011

Mini, mas pouco

Há coisas que parecem pequeninas...minis...mas em nada o são.
Há barreiras que se ultrapassam que, simbolicamente, têm todo um outro significado. Hoje, fisicamente, eu e a minha cara-metade (na versão feminina) fizemos uma prova juntas. Tal como nos treinos, com ritmos solidários, cadências estudadas e uma respiração que...quase que é partilhada.
5km em 35 minutos que souberam a pouco.
Ficámos a querer mais.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Don't Like

Já vos disse que estou farta do Facebook?
...Ou melhor: já vos disse que estou farta de estar viciada no Facebook?
É verdade. Já não tem piadinha nenhuma. Aquelas frases e pensamentos luminosos dão-me vontade de vomitar...as referências às estrelinhas anunciando a morte de alguém próximo...os recados e recadinhos mal disfarçados...as fotos colocadas de forma estratégica...tudo me soa a falso e a tempo mal ocupado. As notícias (que já toda a gente sabe), os vídeos, as músicas... os estados partilhados que competem entre si: eu sou mais feliz do que tu! Eu divirto-me mais!! Olha as minhas fotos a curtir....
Contra mim falo que já dei por mim a partilhar e a des(partilhar) sucessivamente.... a expor demasiado aquilo que devia ser só meu...mas o que me chateia mais é que, apesar desta aversão crescente, não passo um dia sem ir lá, sem espreitar aquilo que me interessa... e a decisão de desactivar a minha conta é sucessivamente adiada.
É de facto, um verdadeiro vício.

E depois chateia-me outro tipo de falsidade. Aquelas pessoas que dizem mal do FB, que dizem que nunca lá vão ou que criticam o facto da outra pessoa partilhar coisas com regularidade mas, que se percebe que vão lá todos os dias...vêem tudo, não comentam nada, mas sabem tudo!

Hoje recebi uma mensagem... posso dizer rídicula. Alguém que se "encantou" por mim (...), agora vejam, através da minha foto e daquilo que a privacidade do meu perfil permite alguém alheio espreitar. O que é isto?!?


Mas eu não sou melhor do que ninguém. Aqui no Blog ou no FB continuo a escrever sobre mim, aquilo que quero, a partilhar sobre aquilo que é meu...a diferença não é nenhuma. Absolutamente.
Mas chateia-me o vício! Tenho a dizer.

Nota: vou partilhar esta reflexão, onde? Onde será?





quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Não julgando, passo a julgar

A combinação de peitorais insuflados, unhas de gel e cabelos descolorados dá cabo de mim.
Imagino os castings para aquele programa cujo secretismo já estou a desvendar. Devem ter uma checklist de critérios...upa upa.
Vou seguir fielmente!!! Aposto no moço formado em psicologia que dá aulas de sedução. CREDO!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Mini MasterChef

Quem tem Atl's assim, não precisa de mais nada!

Fazem com os nossos filhos, aquilo que nós não desejamos fazer em casa.
Estão cá dentro.
Vocês são os maiores!

http://www.osnossostemposlivres.com/main.html

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Me, Myself and I



E a troca deu-se, como sempre, confortavelmente sentada na bagageira do carro.
Mas até chegar a este momento... estava tudo contra mim. O cansaço de um dia que começou antes das 7 da manhã, a ausência de companhia, a (in)segurança do percurso e as tarefas que ainda faltava cumprir... o primeiro impulso era optar pelo mais fácil mas...não optei.

Estes momentos começam a ser uma necessidade e não um sacrificio ou obrigação. Gosto de esforço, da resistência que encontro, gosto de conseguir ultrapassar os limites e, acima de tudo, aprecio o meu momento. Não preciso responder a ninguém, cuidar ou dar atenção. Sou só eu e o som da cadência da minha corrida. Ouço os meus passos, ouço música e os meus pensamentos. Cruzo-me com outros e outras (poucos a estas horas da noite), trocamos olhares e sorrisos de cumplicidade. Vale a pena.  

domingo, 18 de setembro de 2011

ãhh???

E uma última para os Beyblades...brinquedinho irritante.
Tenho a dizer-vos que há coisas que eu, como mãe, simplesmente não quero saber. O meu filho (que ainda não fez 5 anos e que fala como se fosse residente em Viseu), desenvolveu uma febre relativamente a este brinquedo.  Mas tem tudo corrido bem. Tem uma boa dezena deles, todos os dias leva na sua mochila para a escola alguns exemplares e, segundo sei, é exímio na arte de combater.
Parênteses. Parece que há "um menino castanho e careca" que é melhorzinho. Fim de parênteses.


Fora esta excepção e outro pequeno pormenor relacionado com os sons que a minha vizinha de baixo ouve... a coisa tem mesmo corrido bem. Nada o deixa mais feliz do que ver aquela coisa aguentar-se a rodar contra tudo e contra todos. E basta isso para eu também ficar contente. Agora, o que não pode acontecer é, eu ficar sozinha quando existe um problema com tais objectos. Em primeiro lugar, porque eu não consigo perceber qual é o nome de cada peça que compõe o BB... o lançador, a fita...tudo bem...agora, quando ele me diz que não encontra a "postiga????" do "pegaso"???...eu fico "ãh"????
Não faço ideia! Não sei o que procurar. E quando falta o elemento masculino com mais de um metro e meio, isto é grave. Porque o choro não acaba.
É que coitadinho do meu filho...só tem um brinquedo destes!!!