quarta-feira, 27 de junho de 2012

Leva-me a ver os aviões ou assim

Nem que eu morra aqui, vou passar o meu 10º aniversário de casamento no Satélite dos Bifes. A sério! Querido, aprecio muito a sapateira e o bife com mostarda mas... não aguento mais nenhuma comemoração que envolva o restaurante habitual e sessão de cinema no CC Alegro.
Também não vou aceder ao teu desejo de fazer uma festinha com o pessoal para, em jeito americanado, fazer uma renovação de votos. Enfiar aquela gente (a quem chamamos amigos) lá em casa significa, apenas, que vou ter uma carga de trabalhos a limpar e arrumar, a pensar em menus, a assegurar a sua execução e contar piadas a noite toda. Proposta chumbada. 
Há quem já me tenha enviado o link de Motel duvidoso ("nunca foi, nunca viu" mas demorou 5 segundos a fazê-lo...) mas... tenho dúvidas. Despachar os miúdos para casa dos avós para, de forma objetiva, ir fazer o amor de forma louca e desenfreada não me parece de todo descabido. Não é isso! Mas pagar 50 euros para entrar por um parque de estacionamento obscuro e aceder a um quarto repleto de espelhos, brilhantes e coisas assim pró cor-de-rosa parece-me demais tendo em conta as reservas que tenho face à limpeza do local. Além de que, não há necessidade de nos comportarmos de forma clandestina uma vez que há 20 anos que não vejo outra cara com barba. Assim, ando agastada porque não sei o que fazer!
Outra ideia é reproduzir o próprio do evento- tipo reconstituição criminal. Já chorei a rir a imaginar determinadas pessoas em fatos e camisas com os botões a fecharem até ao umbigo. E os miúdos a serem camuflados com preservativos gigantes. E os penteadinhos de há 10 anos atrás. Esta ideia tem muitoooo potencial mas duvido que todos os amiguinhos aceitem a humilhação.
E assim, voltamos à estaca zero!!
Olha, vou pensar!

terça-feira, 26 de junho de 2012

Hoje gostei:

Do almoço com a I. e do mimo que me ofereceu. Das nossas gargalhadas.
Dos beijos do meu filho pendurado no meu pescoço.
Do cheiro a sal no cabelo da minha filha.
Da noite com a R.. A nossa caminhada, a nossa conversa. Os pés no mar...

São estas coisas, que tornam os nossos dias memoráveis.
Diferentes de todos os outros.

O que eu aprecio um carinho!

E a mini-fábrica é daqui: http://mimpensamentos.blogspot.pt/
E a I. sabe exactamente do que eu gosto.
Obrigada!
Y

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Amor canino

Juro que não sei qual é a impressão que os meus colegas têm acerca da minha pessoa. Segunda-feira de manhã, repito: segunda-feira de manhã, colega do sexo feminino sentou-se ao meu lado. Agastada é a expressão que melhor define o seu estado. Partilhou comigo toda uma preocupação com a vida sexual do seu cachorro. Parece que o animal anda aflito. A falta de oportunidades amorosas (vou colocar nestes termos) tem-lhe trazido efetivas consequências para a saúde física e psicológica. O animal anda em baixo... quer dizer... anda em cima... e o pior que é que anda mal! E deixa todos mal no lar da minha querida colega. Não sei porquê (???!) veio ter comigo crendo que a poderia ajudar... eu que até sou uma pessoa de gatos!!! Conversa puxa conversa, reflexão puxa reflexão e concluímos que a almofada utilizada até ao momento como "auxiliar do amor" deveria ser substituída por objecto mais... apelativo. E sim, fomos à procura do dito muito embora sem sucesso... mas, o que importa nesta história é que cheguei à brilhante conclusão que encontrei um nicho de mercado. Carece este mundo de todo um sector comercial dedicado à vida amorosa dos animais. O canito não pode ser solto para buscar o amor. Nenhum outro dono disponibiliza suas cadelitas para esta benfeitoria. Resulta daqui que a lacuna é grave. Falta todo um sistema de apoio ao amor canino. Uma casa do amor e eventualmente objectos estimulantes e apelativos susceptíveis de substituir as fémeas presunçosas e distantes que se negam a partilhar o seu amor. Vou começar o projecto.

domingo, 24 de junho de 2012

Sem qualquer planeamento

E nem acredito que hoje não vou sair de casa. Que não há catequese, nem compras para fazer. Que não há festas de aniversário, nem almoços ou jantares combinados. Que não vou trabalhar fora de horas, nem trouxe papéis para casa. Que não há treinos nem corridas agendadas. Os TPC's estão fora de questão e... o tempo está simplesmente por preencher. Nada mais do que uma sensação de descontração.
Mas olho lá para fora e... vejo o céu azul. E olho para os miúdos...

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ou então digo que o puto é espectacular!

Só vim aqui dizer que já me podem apanhar na rua e entrevistar-me acerca de temáticas futebolísticas. Ontem, enquanto sorvia grissinis com paté de atum, e fingia estar atenta à jogatana, diverti-me a decorar termos técnicos associados a tal prática desportiva. Interiorizei frases como: passes curtos, transições rápidas, execução eficaz e outras afins. Câmaras venham até mim! Farei o ar mais ignorante e depois espeto uma frase altamente inteligente como: o plantel obteve uma execução eficaz que se deveu à estratégia adoptada que integrou passes curtos e transições rápidas. Enche!

domingo, 17 de junho de 2012

Açúcar VS Frutose

Houvesse um aparelhómetro para medir a quantidade de açúcar que uma casa contém e estava já eu a pagar avultada coima. Os resquícios de uma festa de aniversário permanecem aqui, tentadores, como que desafiando a minha força de vontade. Só para terem uma ideia ele é mousse de chocolate com suspiros, bolo de aniversário, pão de ló, salame de chocolate, rebuçados, gomas, chocolates e afins. Tudo aqui nesta humilde assoalhada de seu nome cozinha, qual antro da mais vil das tentações. Eu ignoro os chamamentos. Eu finjo que nada se passa. Ao invés, vou ingerir uma espectacular taça de frutose que é como quem diz "vou comer salada de fruta"...

Aos 70 minutos

Eu tenho de nascer outra vez para perceber esta coisa do futebol. Eu só fiz uma perguntinha! "Se empatarmos o que é que acontece?" Meu Deus! Um rol de conjugações e hipóteses que não tem explicação. O meu marido continua a falar- qual música ambiente- e eu desliguei....

sábado, 16 de junho de 2012

Reentré

Eu sei que todos vocês, sem excepção, consideram-me uma pessoa espectacular. E têm razão mas... acontece que apesar da quase total perfeição tenho uns pequenitos defeitos. Sou impaciente, impulsiva, compulsiva e... terrível a tomar decisões. Sim, eu sei! Qualquer psicólogo ou psiquiatra poderia, a partir deste momento, prescrever diversas sessões terapeuticas e paletes de comprimidos mas... eu até acho que são facetas menos- vá- equilibradas mas, ainda assim, charmosas. Como sabem, tinha agendado para este dia o encerramento oficial deste espaço. Não estou a falecer nem me zanguei com o meu marido como muitos de vós imaginaram. Apenas senti, de repente, que já não fazia sentido. Envolvo-me demasiado nas coisas que gosto e achei que estava a dedicar muito do meu tempo livre a este hobbie. E pensei em mim e não pensei em vocês. Esta é a pura das verdades. E quando começaram os comentários, os telefonemas, os emails, os grupos no FB (!!!), as pessoas chateadas e desiludidas... eu comecei com dúvidas. Afinal, este não é um espaço só meu. É acima de tudo de quem me lê diariamente. Fui egoista quando vos deixei sem qualquer explicação. Não sendo uma obrigação, era um dever meu dar-vos uma palavra. Por isso, e porque tive muitas, muitas saudades, dou-vos mais do que uma palavra. Dou-vos muitas palavras. Não prometo o mesmo ritmo, mas prometo que fico por aqui mais uns tempos.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Obrigada!

No dia 16 de Junho, este blog completa um ano de existência.

Comecei sem grandes planos e com leitores forçados. Não sabia bem sobre o que queria escrever, nem sequer conhecia o mundo da blogosfera. Acedi a um desafio que não calculava que pudesse atingir as proporções que veio a conhecer. Passei a escrever-vos com regularidade e prazer. Passei a olhar para tudo e para todos buscando uma história. Disse muitas coisas sem sentido para vocês. Muita parvoíce. Outras coisas mais sérias. Dei-vos a conhecer um pouco de mim. Não consigo transmitir-vos a alegria que é ver alguém a ler alto algo que escrevi. Ver pessoas a partilhar com seus amigos e familiares. Dizerem-me no corredor que se riram até mais não com esta ou aquela história. Receber emails e emails de leitores que partilharam, também comigo, as suas histórias ou pediram conselhos sobre este ou aquele assunto. Este blog fez-me muito feliz. 

No dia 16 de Junho, este blog completa um ano de existência.
Marquei para esta altura a desactivação do mesmo.
Obrigada e sejam felizes!

Ana

sábado, 2 de junho de 2012

Apertos

Esperava partilhar convosco um relato emocionante do Dia da Criança. Momentos fofinhos partilhados com os meus petizes envolvendo prendinhas, beijinhos e brincadeiras. Era o que eu queria. Mas querer não é igual a poder - uma dura verdade que tenho aprendido -.
O dia começou mesmo mal. Respirei fundo infinitas vezes. Relevei e fingi por alguns momentos. Avisei e avisei. Mas não consegui ignorar. Foi um dia de lágrimas matinais, zangas e, infelizmente, castigos. Deixei a minha filha na escola sob lágrimas. Dela. Eu chorava por dentro... Mas acredito mesmo que educar é isto. É ser coerente. Em todos os momentos.
Ao fim do dia, apesar do castigo, depois da conversa séria e das desculpas, consegui dar-lhe o carinho que as circunstâncias de outrora me impediram. E ela entendeu. Concordou. Aceitou.
Sim, foi um dia menos cor-de-rosa. Mas ninguém disse que era fácil.

Se julgas que me vences...

Não é mais um exercício de matemática! Mas, não posso deixar de fazer esta pergunta: qual é a probabilidade de eu adoecer ao fim-de-semana? Não preciso de vos dar mais informações para procederem ao respectivo cálculo porque a resposta é simples: 100%. É que é sempre assim! Ando a semana toda ali ligeirinha nos meus afazeres e o meu cérebro sabe que - simplesmente - não posso parar. E o corpo obedece. Chega a sexta-feira e parece que o ouço no seu tom maquiavélico: ah... agora já podes colocar-te ao comprido! Mas enganas-te!!!! Não posso!! Planos e mais planos impedem-me de entrar em modo letárgico! Apenas esqueci-me de avisar-te. E, desprevenida, comecei a sentir-me mal. Ontem, no final do dia, começou timidamente uma dorzinha encefálica. Hum... estranhei! Mas como estava cansada não dei importância. Depois vieram as dores de garganta. Ah... é do meu amado ar condicionado a 15 graus... eu trato disto! O tanas. Chegaram as dores no corpo e essas... malditas... dificilmente posso negar. Estou deitadinha e cheia de drogas. Mal consigo engolir ou levantar a cabeça. Respiro devagarinho e não faço movimentos bruscos. Estou a ver se dou a volta a este gajo- o estupor do cérebro que dá as ordens de comando. Espero enganá-lo à grande. Daqui a umas horas levanto-me e vou à minha vida. Como se nada fosse. Eventualmente, terei de me agarrar a alguém ou levar uma mantinha... mas isso são pormenores! Depois faço uma reportagem do meu fim-de-semana em modo anestesiada mas... feliz!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Deus queira que o Tóni caia

Acabei de receber o email de um familiar que anexava um TPC da sua filha de 8 anos.

"O Professor Tóni é um alpinista à maneira!
Na última expedição subiu a montanha "Aiquealta". Esta montanha é muito perigosa devido à sua inclinação e à quantidade de gelo que possui. Por isso, o Professor Tóni subia 300 metros durante uma hora e tinha necessidade de descansar 20 minutos para recuperar energias. Nestas pausas, e como a montanha era muito íngreme, ele escorregava 15 metros. A montanha "Aiquealta" tinha 1440 metros de altitude e o ritmo do professor foi sempre o mesmo até atingir o cume da montanha.
Quanto tempo demorou o professor a escalar a montanha até ao seu ponto mais alto?"

Já me dói tanto a cabeça!

Eu aposto em 404min /7h10m mas sem grandes certezas...

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Escolho: rica e poderosa!

É quando as minhas expectativas estão baixinhas que apanho as maiores surpresas. E assim aconteceu hoje. Fui convidada para uma conferência cujo título era "Ser Feliz é um Talento". Imaginem-me a torcer o nariz... estão a imaginar? Agora imaginem-me a fazê-lo mesmo com muito desdém. A felicidade enquanto objectivo de vida, assim, preto no branco e assumidamente, não é uma coisa óbvia. Damos importância ao dinheiro, à saúde, a amizade, à carreira, ao amor... mas quando nos perguntam acerca das nossas ambições é raro respondermos "Ser feliz!" mas... de facto, não precisamos de pensar muito para chegarmos à conclusão que é isso que todos queremos. Agora aplicar este conceito às organizações é, não só interessante, como inteligente. Afinal de contas, é alí que passamos a maior parte do nosso tempo. E pessoas felizes, dão colaboradores prod... Bom, esta recente aposta empresarial não é novidade para mim mas não pude deixar de reagir ao modo como as coisas foram apresentadas. Esperava uma coisa pequena e singela, teórica e enfadonha, e deparei-me com um auditório diferente e a abarrotar.... e logo para começar, entregaram-nos um medicamento para ser feliz:

Estes senhores não são parvos! Vejam lá se não nos deram logo açúcar para começar!!



















E pronto, captaram a minha atenção. Desde o moderador (Pedro Ribeiro) aos oradores... tudo me deixou de boca aberta. O director da Cisco, a CEO da Remax... as politicas empresariais assentes no capital humano, na equipa, no reconhecimento, nos desafios... estive quase, quase, para fazer do meu currículo um avião e lançá-lo com toda a energia para cima do palco... também estive quase para colocar uma questão: será possível sermos felizes trabalhando para o Estado? Mas as pessoas estavam tão felizes... não quis estragar o ambiente!
Considerações à parte, não posso deixar de manifestar o meu entusiasmo com a speaker final. O "Viagra Empresarial", a motivação, energia, auto-estima... em pessoa. Poderosa de seu nome Leila Navarro. Há muito tempo que não me ria tanto, não me entusiasmava assim, não aprendia com tanto prazer. Só para verem como foi diferente: http://www.youtube.com/watch?v=VPQRG-LJWPY



Só para terem uma ideia, diz esta senhora que divide o mundo e as pessoas em pobre e ricas/poderosas. As ricas e poderosas não são necessariamente as que têm dinheiro (como poderiamos pensar à partida) mas sim as que conseguem retirar de todas as circunstâncias da vida, os aspectos positivos e oportunidades adjacentes. São poderosas por isso, porque têm a inteligência de escolher a felicidade. Ao invés, os pobres são os coitadinhos que se queixam, que só vêm os problemas e só pensam naquilo que não têm e não conseguem. E coitadinhos, porquê? Ora, diz a brasileira (daquele jeito que só eles conseguem dizer), porque coitadinho vem da palavra coito e tadinho... só nos diz que são fodidinhos....

Coisas estúpidas que fiz hoje #2

Dizer à minha chefe que Isabel é nome de cabeleireira (seu nome, portanto...)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Reset

Impressionante como a tendência é voltarmos ao início. Àquele ponto onde o conforto é uma garantia. Hoje custou-me cada passada. Cada curva. Cada kilómetro. Foi como se nunca tivesse corrido. De volta ao ponto de partida. Mas se o corpo se esqueceu, a mente tem ainda bem presente a sensação de esforço compensado. A alegria da conquista. 

Agora vou gozar o meu coma...

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Parabéns a mim!

Pois parece que hoje cheguei às 70.000 visualizações!

Obrigada por passarem por aqui e...  por voltarem :)

Upa upa

Neste preciso momento alguém lê este menino dos Barbados e Quénia... Oh Yeah!

domingo, 27 de maio de 2012

Excel, I Love You

Ah pois é! Aqui a menina já fez o planeamento para os próximos três meses.  Os americanos chamam-lhe Comportamento Obssessivo Compulsivo... eu chamo-lhe Comportamento Perfeitamente Normal e Absolutamente Necessário! Sim, porque não é fácil meter nesta cabeça todos os compromissos e eventos do agregado familiar. Senão vejamos. Só dos petizes, temos:
Provas escolares.
Festas de Aniversário dos próprios.
Festas de Aniversário dos amigos.
Passeios de Final de Ano... da escola... do Jardim de Infância...
Festas de Final de Ano... da escola... do Jardim de Infância... do ATL... do CTL...
Semanas da Praia... do ATL...do CTL...
Semanas de férias com os pais.
Semanas de férias com a mãe.
Semanas de férias com a avó.
Semanas de férias, sabe-se lá com quem.
Consultas médicas.
Interrupção e início de actividades extracurriculares diversas.
Vocês não fariam um excelzinho??

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ele para ela: "Nice shoes. Wanna fuck?"

Quem lida comigo (principalmente em contexto profissional) sabe que eu tenho um problema. Tenho muitos... mas há um que se destaca. Basicamente, sou desprovida de memória. Não me lembro, de pessoas, caras, nomes, coisas que disse, assuntos que fiquei de tratar... é geral. Escrevo tudo, tudo, tudo e o meu telemóvel toca notas e lembretes a um ritmo perfeitamente alucinante. Mas, apesar da minha memória de minhoca acéfala, há coisas que ficam gravadas. Assim, quando ouvi, há muitos anos, a expressão "Nice shoes! Wanna fuck?", nunca mais esqueci! A sério. Simplesmente porque desde logo achei que caracterizava na perfeição o género masculino. Não me refiro somente ao modo como vivem a sua sexualidade (embora também se aplique...) mas a toda a sua essência. Prática. Objectiva. Directa. E, todos os dias, por uma razão ou por outra, esta "verdade" aparece à minha frente. É validada. Ainda agora olhei para o meu marido e esta frase inundou o meu pensamento... como se ele me estivesse a recitar aquelas palavras subliminarmente enquanto me dizia outras com um olhar dengoso. Porque é que quando um homem pede desculpa acha (!!!) que passado um minuto já está tudo bem? Porquê esta inocência? Ou simulação?... Não entendo! Não sabem, porventura, que depois de um pedido de desculpas verbal e oficial precisamos de todo um período de amuo? Necessitamos de esboçar uma expressão de dor e amargura? Desconforto e rancor? Não sabem, ainda, que vão-se arrepender por diversos e diversos dias do que fizeram? Que vão ter de pedir desculpa por outras e distintas formas?
A sua sensibilidade para estas questões equipara-se perfeitamente ao jeito que têm para se fingirem arrependidos.
Zero.