terça-feira, 23 de setembro de 2014

"Escreve"

É quase sempre assim. O conteúdo da mensagem é só este e eu olho-a por os segundos. Não respondo. Abro o blog e fico a refletir, como tantas outras vezes. Não me esqueço. Não me lembro de outra coisa. Penso e volto a pensar. Fecho o blog e respondo à mensagem. Agradeço o carinho, agradeço a amizade. Mas nem sempre escrevo. Às vezes sinto-me assim. Fechada sobre mim própria, na minha vida, que é só minha. Sem vontade que saibam de mim. Sem vontade de reafirmar que ando por aqui. Mas ando. A trabalhar como nunca. A descansar por necessidade. A correr quando o sentimento de culpa supera a falta de vontade. No meio dos livros, horários e assuntos dos pequenos mas não pequenos. A comer gelatinas e iogurtes sem prazer. A conviver com os meus amigos. A dividir-me por quem gosta de mim. Ando por aqui. E não me esqueço daqui. Mas nem sempre... 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A diferença entre o ensino privado e o ensino público, em dois actos:

Acto I
[A minha filha]

Ai, mamã não me toques neste braço.
- Porquê?
Porque quando dá o toque para irmos almoçar, vamos a correr para não ficarmos muito para trás na fila e fazemos um monte.
- Um monte?
Sim. Para entramos na fila que é enorme! Hoje eu consegui mas fiquei com este braço para trás, preso na porta. O meu corpo passou mas o meu braço ficou para trás, percebes?

Acto II
[A filha da minha amiga]

"Mãe, tens de escrever um recado à D. Isolina.
- Então?
A gelatina não tem estado suficientemente fresca.




sábado, 13 de setembro de 2014

[Não é a morte do amor. Mas a anestesia da realidade]

Às tantas ele escreveu "o problema do casamento é que acaba todas as noites depois de fazer amor e tem de se voltar a reconstrui-lo todas as manhãs...". {*} Lembrei-me desta frase sublinhada enquanto assistia à alegria dos noivos. Questionava-me em silêncio se já saberiam disto. Há 12 anos eu não sabia. Acreditava naquele amor dos filmes, naquele amor que nos põe a suspirar com a melodia certa ou choramingar em cada casamento que assistimos. Acreditava que o amor era, apenas, espontâneo. Existia por si e alimentava-se porque assim bastava. Não é todas as manhãs que precisa de cuidados. É em todos os segundos. Atenção constante. Atenção consciente. 

Em jeito de brincadeira, numa mesa farta, disse mais tarde "já não choro em casamentos". Não é bem verdade. Choro, mas menos.
{O Amor nos Tempos de Cólera, Gabriel Garcia Marquez}

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Acerca das não-reacções

Não há pessoa que eu conheça que não se orgulhe da sua frontalidade. Quando questionados, a resposta não é só afirmativa como assume cariz de bandeira- "eu sou frontal!". Não levar recados para casa, responder a tudo na cara, dizer literalmente o que se pensa é entendido como o expoente máximo da liberdade de expressão de qualquer pessoa que se defina como genuína. Quando, com todas as letras, assumo que sou pouco frontal, sinto o silêncio a pairar. Como se tivesse acabado de defender a pesca de baleias ou o espancamento à paulada de focas bebés. E é mais ou menos por esta altura, em que o silêncio se estende até aos limites da confortabilidade, que interrompo o espanto e fundamento. Não  sou muito frontal, não. Tenho um terrível receio de magoar quem recebe a minha mensagem e, creio mesmo, que nem tudo deve ser dito. A dialética causa- efeito tem tempos diversos, para mim. As mensagens podem ser passadas de outras formas, noutras alturas, através de outros contextos. Acredito que a melhor forma de dar uma lição a alguém é colocado na situação inversa e fazê-lo perceber como seria se recebesse a reação que está habituado a dar. Obviamente que nem sempre o outro entende o alcance ou sequer, quer saber. Mas, não acredito nessa frontalidade que se apregoa com orgulho. Nem acredito em quem a veste como um manto. Acredito, sim, que mais nobre é a capacidade de ouvir, de perceber as razões dessa reação, e de agir sem magoar e, acima de tudo, sem se magoar. Ando por aqui. Por aproximações. A ouvir alguns, a perceber outros e à espera que outros percebam. Tranquila. 

Moonlight... Queria tanto uma casa de fim-de-semana em Colares...

Já verificaram, porventura, a incrível funcionalidade dos botõezinhos que estão aqui ao lado? Pequeninos, lindos e a funcionar? Com caminhos e ligações que representam um mundo de possibilidades de interação com a minha pessoa? Moonlight tratou. Moonlight é fofinha. Já disse que amo a Moonlight. 

{Aviso. Isto não é publicidade. É devoção.}

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Um texto sobre roupa interior. Acho...

No caminho para o trabalho ouço sempre rádio. Com um pequeno gesto mudo sistematicamente a frequência procurando a música que me interessa, o assunto que tolero, a voz que não me irrita. Há dias andei com um carro que não era o meu. Não toquei em nenhum botão. Concentrei-me em colocar o pé no sítio certo e esforcei-me para ocupar uma mão para a qual não era necessária função. E não toquei em nenhum botão! A rádio estava sintonizada na smooth fm e quase entrei em profunda depressão tal a energia que ecoava. No meu carro não é nada assim. A partir do momento em que começa a mover-se, alternam-se os sons. Isto tudo para dizer que há uma frase chave. Uma espécie de rastilho que faz com que mude automaticamente o que estou a ouvir. É aquela mania dos estudos, mas dos estudos parvos. Cada vez que ouço "há um estudo que diz..." lá vou eu com a mão ao botão. Hoje diziam que um estudo britânico indicava que as mulheres que tocam em roupa interior masculina têm mais propensão a fazer compras. [ ?! ] Como assim? É que não sei o que hei-de pensar:
1- o meu curso de sociologia foi um fiasco pois nunca empreendi nem uma aproximação a um estudo parecido;
2- que tipo de compras? Estamos a falar de roupas e sapatos ou sacos de batatas e pescada número 5?
3- sou eu que dobro a roupa interior do senhor meu marido e coloco na gaveta e não tenho sentido nada. 
Ó bem que estamos a falar de uma coisa séria e amanhã vou-me esfregar nas peúgas e boxers azuis escuros na esperança de umas botinhas para a próxima estação ou... vou voltar a sintonizar a smooth fm e viver em agonia.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Sangue frio requere-se

Lembro-me de um dia específico. O meu irmão Pedro atirou-me com um copo de plástico à cabeça. Doeu para burro. Doeu mesmo e eu fiz o que uma qualquer criança faz. Sentei-me no chão, numa reentrância do corredor e esperei. Não sei quem chegou primeiro, se o meu pai ou a minha mãe mas recordo-me de iniciar o choro quando senti a chave a rodar. Ele também chorou... 
Os meus pais nunca foram pais de castigos. A consequência era rápida e dolorosa mas depois passava. Assunto arrumado. Fungava-se um bocadinho, baixava-se as orelhas e pouco depois estávamos prontos para outra. Talvez por isso, eu hoje não seja muito boa com castigos. [Nem com aquela dor física, na verdade.] Mas com os castigos sou mesmo má. As  semanas nunca são semanas, os brinquedos são sempre devolvidos e dou abraços e beijinhos mais depressa do que se apaga a minha memória. Lembro-me agora do copo e do choro programado. O castigo agora foi sério e prolongado. E eu estou aqui. A contar os minutos daquilo que é suposto durar mais do que umas horas. 
Lembro-me do copo pois pergunto-me onde pára aquela miúda...

domingo, 31 de agosto de 2014

Graciosidade q.b. mas muita sorte...

Às vezes acho que devia ser [mais] como elas. As que vão para a praia com bonitas túnicas brancas e chapéus de aba larga. As que nunca molham os cabelos e nadam com elegância equilibrando os óculos escuros. As que não apanham sol na cara e abominam areia na pele. Mas... Outras vezes acho que não. Que não devia ser nada assim. Sem molhar o cabelo não me enrolo nas ondas com os miúdos. Sem o sol na cara não me sinto gente. Sem a areia na pele não é possível apanhar apanhar conchas e ver estrelas do mar durante a maré baixa. Às vezes penso que devia ser mais como as outras mas depois sei que sou mais como sou. A sentir tudo o que é bom sentir. Mesmo quando o que sinto é pânico porque caíram os iphones na água...


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

E longe

Ponha a mão no ar quem engordou nas férias e já comprou um carregamento de gelatinas. O resto das pessoas... ide falecer.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

[a escrever sem pensar ou eu não devia ver filmes inspiradores a esta hora]

Gosto desta foto. Estou de costas, meia desfocada, sem a luz apropriada. Enquadramento zero. Mas gosto desta foto. O simples facto de ter acontecido numa destas noites, só porque estava calor, só porque me apetecia, só porque podia... faz com que goste. E é só. 

domingo, 17 de agosto de 2014

Abstract

Agravaram-se as minhas dores de costas. Nadei. Joguei cartas e disse nomes de animais. Andei nas rochas muitas vezes. Fiz uma fascite num pé. Mergulhei. Apanhei ondas. Comi lagosta, sapateira e percebes. Vi duas estrelas do mar. Corri e desisti aos três quilometros. Li três livros. Joguei raquetes, vôlei e aventurei-me no bodyboard. Fiz um piquenique e tive frio. Fiz outro piquenique e tive outra vez frio. Fui à televisão e não gostei. Atiraram-me duas vezes para a piscina. Bebi. Tive com amigos. Fiz uma tac às costas. Comi uma bola de berlim. Com creme. Dei beijos à minha gata. Chorei. Fiz panquecas com mel, bolo de chocolate e tarte de ameixa. Apanhei amoras. Fartei-me passado cinco minutos. Pensei roubar maçarocas. Tive vergonha. Vi filmes. Pus creme no pé. Passou. Deitei-me na relva. Deitei-me na areia. Fui aos saldos. Cantei no carro. Fugi da maré alta. Enganei-me no caminho. Comi sardinhas e caracóis. Pintei uma casa. Não a minha. Ri. Ri muito. Tive saudades. Não tive saudades. 


[tirei selfies parvas. muitas.]






Um bocadinho déprê

Os anos vão passando e conseguimos, normalmente, encontrar padrões. Em determinado mês sentimo-nos mais tristes, noutra altura mais alegres. Temos concentrações de aniversários em dado momento, ansiamos por certa época festiva ou ficamos cansados de uma estação do ano específica. Eu, claramente, destacava em mim a ânsia do fim do verão. Todos os anos era igual- cansada das férias ía com alegria para o primeiro dia de trabalho já a sonhar com a compra do material escolar e com os tons quentes da estação fria. Era o meu ansiado "ano novo". Era. A poucas horas de dar por terminadas as minhas férias tenho a certeza da mudança dada. Já preparei a roupa que irá preencher o meu corpo amanhã e não sei se a minha pele vai conseguir respirar. Duvido, até, que os meus pés se aguentem numa altura esquecida. Tenho o corpo moreno como nunca tive e não me recordo da última vez que usei um relógio, umas calças ou uns sapatos, até. O padrão interrompeu-se e desejava, também amanhã, mergulhar os pés na água fria e sentir os raios de sol nas pálpebras fechadas. Sei que caminharei arrastando-me lentamente e dando conta da passagem de cada minuto, cada hora. Mas também sei que caberá a mim manter o espírito ora presente na rotina que depressa se instalará. [Antes que este esquecimento dê lugar ao outro esquecimento]. 


sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Favor, colocar aspas

Mamã, o que é morte por asfixia? Já alguém na nossa família morreu de morte por asfixia? Vamos a que praia? Eu não gosto dessa porque tem rochas. E eu não gosto daquela porque tem algas. O que trouxeste para comer? Não há sandes de ovo? A ameixa mancha? Mancha a roupa? E os dedos? Se eu lavar os dedos não sai? Alguém na nossa família já foi nadador-salvador? E médico? E polícia? E bombeiro? Alguém na nossa família já esteve na prisão? Quando é que vamos jantar ao restaurante dos caranguejos? Eu não gosto de pataniscas. E eu não gosto de feijão. E o que vamos fazer agora? Podemos ir jogar à bola? Podemos ir ao cinema? Eu quero comprar uma capa para o meu telemóvel ou uma prancha de surf. Quero esta mochila. Não, quero esta. Afinal quero esta. Quando eu for presidente, não vai existir peixe. Quer dizer, pode haver sushi mas peixe é que não. O avô está mesmo aqui? E os braços? E as pernas? E o pescoço? Podes pôr o CD da Violetta? Não, esta não. Põe a número cinco. Mais alto. Fecha a janela. Podemos ir ao Careca? Agora, vamos onde? Ela bebeu a água toda. Ele encheu a minha toalha de areia. Já podemos ir para a água? E agora, já podemos ir para a água. Já fizemos a digestão? Tenho frio. Olha eu a fazer um parafuso. Olha o meu salto. Mamã, vou fazer dez cambalhotas. Booomba. Podes fazer panquecas com mel? Faz-me uma Nestum. A minha é muito dura. O máximo que conseguires. A minha é líquida. Mamã, vou fazer-te um truque. Isto é uma seca. 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

E assim

E assim têm passado os dias. Com um ritmo lento, com as músicas deles, areia nos pés e com uma calma que a sua idade já me permite. 


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Teoria

Há uma linha que separa- lá diz a publicidade e meia nação. Há uma linha que separa, sim, aquilo que dizemos e o que efetivamente fazemos. Falo por mim que pratico o contrário do que apregoo. Falo de crescimento, de promoção da autonomia e mais não sei quantas frases feitas mas, quando chega a hora de verdade, aperto-lhes a mão impedindo a tal independência. Hoje assistíamos a um miúdo bem mais pequeno que os meus a saltar com valentia para um mar que desconhecemos. Admirava-lhe a coragem e o desprendimento da mãe que fotografava do outro lado, num outro ponto alto das rochas. Pensava, em silêncio, como era incomum a sua ausência de medo. Tratava-se, afinal, de uma baía numa maré baixa mas com um fundo escuro e rochoso. O meu, após longos minutos de contemplação disse que o queria fazer. Queria saltar, vejam só! Com mensagens contraditórias disse-lhe que a ele não era permitido. Que para ele era perigoso. Perguntou-me porquê. Disse-lhe "porque és meu"....
[ninguém é meu mas ele ainda não sabe]






quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Estranhas dores

Acordei com um único objetivo: sentir dor. Sofrer mesmo. Queria estar todo o dia a pensar em ti. A reviver todos aqueles micro e intermináveis momentos que hoje cumprem um ano. Acordei com um único objetivo: sofrer por ti. E sofri. Escrevi aos meus irmãos, mandei-lhes beijinhos, virei a cara no carro, lacrimejei por detrás do escuro dos óculos e sofri. Mas o céu estava azul, os miúdos riram-se muito e fomos à praia. E não consegui estar sempre a sofrer. Mergulhei no mar e joguei vôlei e não me lembrei sempre de ti. Mas chorei outra vez, quando percorri a mesma estrada e me lembrei como achava que me devia lembrar hoje. Sofri outra vez. E depois passou novamente. Os meus irmãos enviaram mensagens bonitas, os meus amigos também e sorri. E tive uma experiência engraçada fruto deste blog e sorri outra vez. Gargalhei até. Depois cheguei, os miúdos estavam na piscina e abraçaram-me. Sorri novamente. 
Não consegui estar sempre triste como achava que devia estar.  Ainda bem, respondes-me tu. Quero acreditar.






quinta-feira, 31 de julho de 2014

Ele nega mas eu atesto a veracidade dos factos

Eu o meu marido crescemos juntos. Quase nascemos juntos! Começámos a namorar tinha eu uns fresquinhos 15 anos. Estávamos, nos idos anos 90, com poupas pronunciadas e mini-saias de xadrez... Casámos 10 anos depois e já se passarem, desde então, mais uns quantos. Somando tudo, tudo, chegamos ao número 22... Uma vida dirão você. Outros suspirarão "uma seca", entre dentes. Ora, eu estou aqui para provar que não é necessariamente assim. Se pensarem bem, na verdade, qualquer casal está muito pouco tempo junto. Se somos jovens, temos as aulas, o estudo, as férias familiares, os dramas da adolescência, os primeiros trabalhos e uma imensidão de preocupações que nos inundam a mente. Quando o futuro se começa a vislumbrar iniciam-se heróicas diligências. Primeiro é imperativo comprar casa. Depois é apetrechar o domicílio. Logo a seguir vem um filho. E depois outro. E depois muda-se de casa. E o gato morre. Entretanto aquele emprego, já era. Arranja-se outro gato. Novo trabalho. E agora começa a escola do primeiro miúdo e logo a seguir inicia-se o outro. E quando achávamos que nunca mais íamos olhar para as dinastias, começamos a decorar novamente cognomes. E a barriga cresce mesmo sem bebé e toca a arrastar o rabo para prazeirosas tenbrosas corridas. E agora é o sistema circulatório. E é preciso fazer sopa e tem de ser com coisas do Continente por causa do desconto em cartão. No fundo, no fundo, temos cerca de uma hora diária- um para o outro. Só para nós os dois. E tudo corre bem. Porque é só uma hora!!!! Quando chegam as férias, inicia-se o problema! São muitas horas! Todos os anos, repito, todos os anos nos chateamos nas férias. A mais pura e cruel das verdades. Nada de especial. Nada de discussões de fundo. Nem sequer zangas sérias mas, simplesmente, chateamo-nos. Ou porque não me ajudou numa tarefa qualquer. Ou porque acordei mal-humorada ou porque ele lhes fez todas as vontades. Basicamente, implicamos um com o outro.
Este ano, respirei fundo, calma e serenamente, e foquei-me num objectivo: zangas free. Amanhã contamos uma semana de férias e orgulho-me de aqui escrever que nem um vislumbre de desentendimento. Suspiro agora um pouco. Estive quase a aborrecer-me. Verdade. Mas contive-me! Existem coisas que não entendo, o que é que querem?
Faz-me confusão assistir a filas de gente para enfiar fatias de pão embalado [ou não-pão, para mim] na torradeira, coexistindo mesmo ao lado cestas cheias do mesmo, em versão fresca e natural. E adivinhem quem é que estava na filinha do hotel para comer o pão fabricado artificialmente? Seguido de patinhos filhos? Ele, pois claro! Iniciei o meu ritual de censura e recriminação mas terminei a tempo de evitar o padrão de implicação. 

Antevejo uma reforma complicada...

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Conversas connosco!

Na quinta-feira todos os caminhos têm de dar à Red Apple. Estou em pleno período de férias e, talvez por isso, lá pelas 18h30, terei dificuldade em dissertar sobre as Mulheres que Não Sabem Estar Caladas. Talvez fale da água do mar, dos pés na areia, dos sonos prolongados, das gargalhadas dos miúdos... Talvez ouça somente as minhas companheiras de aventura e de vida, enquanto me recosto na cadeira, de caipirinha na mão. 
Sexta-feira interrompo as férias com muito prazer. Na verdade não as interrompo... Nem vou ficar calada...
Obrigada, Ana Varão pelo convite!

domingo, 27 de julho de 2014