quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A diferença entre o ensino privado e o ensino público, em dois actos:

Acto I
[A minha filha]

Ai, mamã não me toques neste braço.
- Porquê?
Porque quando dá o toque para irmos almoçar, vamos a correr para não ficarmos muito para trás na fila e fazemos um monte.
- Um monte?
Sim. Para entramos na fila que é enorme! Hoje eu consegui mas fiquei com este braço para trás, preso na porta. O meu corpo passou mas o meu braço ficou para trás, percebes?

Acto II
[A filha da minha amiga]

"Mãe, tens de escrever um recado à D. Isolina.
- Então?
A gelatina não tem estado suficientemente fresca.




14 comentários:

  1. e diz que é mesmo assim, hahahahahaha

    Bjo

    Maggie

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  2. Respostas
    1. É só comprar uma redoma... depois queixam-se que são uns mimados e pouco independentes.

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  3. Não vale a pena o susto! As escolas públicas dos meus filhos são óptimas! Não me arrependo de todo. Professores excelentes, equipa auxiliar sempre disponível, boas instalações e, acima de tudo, ensino de qualidade. Talvez não sejam muito protegidos em alguns aspectos... mas não vejo isso necessariamente como mau. Ajuda-os a autonomizarem-se e a ganharem defesas para um futuro que assim o vai exigir. E com o nosso apoio, tudo corre bem!

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  4. pois, no privado é tudo mais pessoal, todos se conhecem e nós conhecemos também todos os funcionários e direção. pelo menos onde o meu filho anda é assim... mas sai muiiito caro!!!

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  5. As filas para o almoço são e serão sempre caóticas em quase todas as escolas, mas não um drama e concordo quando dizes que ganham autonomia e "desenrascanço" tão necessários na "vida real". Um beijinho.

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  6. Escreve-se Isolina e não Isulina.

    Cumprimentos,
    Maria

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  7. Eu adoro a escola (pública) onde andam as minhas crianças. As "donas auxiliares", como dizem os mais pequeninos, professores na maioria excelentes (e quando digo excelentes quero dizer não só na preparação científica, mas no empenho), e a Associação de Pais teve que criar uma escala de voluntariado exactamente para as horas das refeições... tudo bem pesado, até agora, vale a pena (na verdade, na aula de apresentação da criança mais pequena tive muita inveja de não ter tido professores assim, cativantes, e auguro um início muito bom a estas esponjinhas.

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